terça-feira, 30 de novembro de 2010

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Uptight...

Problema actual

http://en.wikipedia.org/wiki/Procrastination

domingo, 26 de setembro de 2010

Por variadas vezes não sei se sei o que sinto ou como sou. Há sonhos e liberdades que me atormentam, e uma constante sensação de não me querer esquecer de mim. Mas ao mesmo tempo ainda assim penso nas consequências do meu sentir e ser que serão noutro lado injustos...
Como sempre já não sei nada...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Dito assim até parece fácil...

Creio que no meio de tanto rodopio causado por tentar ver e pensar em dois pi talvez me tenha esquecido de mim. E afinal sou eu que me tenho de suportar a mim mesmo, esteja sujeito a cargas próprias ou cargas aplicadas pelo demais. Talvez precise de parar, escutar e olhar… para mim… por mim…

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Return

Deixei toda a minha poesia no escarpado solo que me acolheu entre a penumbra. E toda a iluminação que espontânea e raivosamente de mim evaporou deixa-me agora ver ao espelho todas as marcas cinzentas que temo serem indeléveis enquanto às mesma tiver carinho. São elas que me acorrentam, me impedem de cair, me aprisionam e me indicam a direcção.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Não consigo...

Não consigo estar bem...
Não peço sequer para estar feliz. Apenas queria sentir-me em paz...
Não consigo descobrir o que quero que saia de mim ou o que quero que entre. Não consigo sequer descarregar tudo aquilo que me queima por dentro. Não consigo nada mais que estar só em busca de uma tranquilidade que não vem, que não encontro, afogado por uma incapacidade de me levantar, de lutar cada vez mais só com algo que não detecto. Estou cansado de mim... E não aguento os demais...
Sei apenas que te queria falar e é o mais próximo que consigo, porque não sei... e não consigo... tudo o resto

sexta-feira, 18 de junho de 2010

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Saudade... De quando era um livro em branco...
E como sufoca...

domingo, 6 de junho de 2010

Café solo



Hoje talvez tenha encontrado o significado do que é um "café solo para mim"... O nosso tipico cimbalino que retrata como por vezes se sente alguém rodeado de milhares... É também um testemunho da discreta e dificil complexidade que é reger-se apenas pelos seus próprios paradigmas, suportando com isso o consequente desajuste................. Estou instável, sou instável e tenho de cuidar de mim antes que a instabilidade estabilize!

sábado, 22 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

No warranty

THE PROGRAM PERSON AT CAUSE IS DISTRIBUTED IN THE HOPE THAT IT WILL BE USEFUL, BUT WITHOUT ANY WARRANTY. IT IS PROVIDED "AS IS" WITHOUT WARRANTY OF ANY KIND, EITHER EXPRESSED OR IMPLIED, INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, THE IMPLIED WARRANTIES OF MERCHANTABILITY AND FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE. THE ENTIRE RISK AS TO THE QUALITY AND PERFORMANCE OF THE PROGRAM PERSON IS WITH YOU. SHOULD THE PROGRAM PERSON PROVE DEFECTIVE, YOU ASSUME THE COST OF ALL NECESSARY SERVICING, REPAIR OR CORRECTION.

IN NO EVENT UNLESS REQUIRED BY APPLICABLE LAW THE AUTHOR WILL BE LIABLE TO YOU FOR DAMAGES, INCLUDING ANY GENERAL, SPECIAL, INCIDENTAL OR CONSEQUENTIAL DAMAGES ARISING OUT OF THE USE OR INABILITY TO USE THE PROGRAM PERSON (INCLUDING BUT NOT LIMITED TO LOSS OF DATA OR DATA BEING RENDERED INACCURATE OR LOSSES SUSTAINED BY YOU OR THIRD PARTIES OR A FAILURE OF THE PROGRAM PERSON TO OPERATE WITH ANY OTHER PROGRAMS PERSONS), EVEN IF THE AUTHOR HAS BEEN ADVISED OF THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGES.

Isto pertence aqui e não onde estava, mas como ando sem sono e distraído só agora está no local correcto.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sigh

Queria escrever... Mas não sei o quê... Nem porquê... Mas tenho algo aqui preso que ainda não identifiquei...

sábado, 3 de abril de 2010

Transtorno ibérico

Sou instável... E abraço com o maior dos carinhos essa instabilidade quando a mesma reflecte apenas a verdade. Sem filtros, sem censuras, sem freios sócio-culturais conscientes. Admiro-me quando chego à terra que me viu crescer e não me reconheço em nenhum do seu cinzentismo ou névoa. Quando a cor que carregamos é uma característica e não uma consequência nada a pode extinguir. Mas quando definha a dor lancina a alma. Dói-me não me sentir bem aqui, mas sei que isso apenas significa que estou melhor. Por vezes sinto uma nostalgia futura e quero fazer pazes com o mundo... viver uma utopia hippie, dizer olá a todos os que se perderam de mim no meu passado. Como se quisesse abraçar todo o meu mundo passado e futuro num só gesto. Pelo que duvido se estarei realmente bem... Às vezes não sei se o saldo final do que ganhei e perdi ao crescer me é positivo. Mas se duvido e não o sei é porque ainda estou vivo. Coisa ruim é difícil de matar... :)
Crio sempre a ilusão de um regresso memorável. Mais uma vez me engano e volto a guardar no meu livro de notas mental todos os motivos pelos quais fui embora para não me perder. Tenho saudades.......................................

sexta-feira, 2 de abril de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010


Tira a mão do queixo, não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou, ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem à batota
Chega aonde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota

Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar

Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
E a liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo

Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar...

Editors - The Racing Rats

terça-feira, 23 de março de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

Náo sei se hei de fugir ou morder o anzol

Todos desejam aquilo que não têm... A ponto de se convencerem que o querem na realidade... É fácil falar da segurança do leito das ilusões onde alguns repousam. Eu também aí repousei... Mas o que me dá orgulho é saber que tenho a coragem para arriscar, para não viver num mundo virtual, para cometer erros.... e pagar por eles o preço da ilusão que abarcam, ou então colher os frutos do risco. Mas apercebo-me da instintiva menor flexibilidade com que encaro já muitas coisas. As defesas cujo inconsciente formou que ao largo do tempo aprendi a não ignorar. A luta entre o querer ser capaz de sofrer e o afastamento automático que desenvolvi como método de sobrevivência. Aprendi ao longo do tempo a aceitar-me... o que contudo ainda não acontece totalmente... sobretudo quando existem intervenientes que interessa estarem bem a este mundo. E quando já estou consciente que por viver posso causar indirectamente mágoa e levar também com o ressalto. Isto tudo para chegar à conclusão que os sentimentos não se controlam, nem muitas das reacções que temos, sobretudo considerando períodos de tempo curtos. Estou já pronto de novo a viver, mas não sei até que ponto...

quarta-feira, 10 de março de 2010

Nostalgia

Que saudades tinha do és sempre isto....e do tudo aquilo............. +o(

segunda-feira, 8 de março de 2010

Não ser nada é fácil

É tão mais fácil não falar... ou falar sem dizer nada de nada... ser uma personagem moldável, que oferece segurança, que serve de trincheira para tudo que se passa à volta... Falar requer respeito, requer coragem. A verdade não é fácil, nem tão pouco é agradável se não soubermos lidar com ela... Mas é libertadora, é incorruptível, é saudável, é "priceless". Não correr riscos, sucumbir a todos os receios e medos ou apenas não os ter por egocentrismo é tão cinzento e confortável. É tão fácil criticar tudo e todos e não ser capaz de assumir que somos destinados a dar felicidade, sorrisos e ao mesmo tempo angústia e dor profunda. É tão difícil viver e no entanto tão cruel não deixar viver os outros. Tenho medo... do caos que me vai na cabeça e na alma, do facto de não saber para onde vou, de não ter o controlo, de não saber que fazer... Tenho medo de me perder em mim mesmo. Tenho medo porque fui desarmado... E porque estou bem... e no momento a seguir estou mal... Obrigado por falares. Sinto-me um privilegiado por receber a verdade, traga o que ela trouxer...

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Instável

Vibro com a música aprisionada dentro de mim até me arrepiar. Uma melodia na alma que separa todo o espectro da luz na única forma possível de expressar-se… Em lágrimas que nos sufocam por não caírem e numa dor sem sentido que me destroça. Talvez a dor de temer que a realidade seja ilusão? É algo que me aperta e que não consigo exprimir. Que me soterra por não o conseguir controlar e tão pouco querer fazê-lo. Algo que talvez não soubesse ser capaz de sentir. O sorriso angustiado sem sequer conseguir percebê-lo. Algo tão poderoso e incontrolável que apenas um abraço o pacifica. Tenho medo dos dias normais.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010