sexta-feira, 23 de julho de 2010

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Deixei toda a minha poesia no escarpado solo que me acolheu entre a penumbra. E toda a iluminação que espontânea e raivosamente de mim evaporou deixa-me agora ver ao espelho todas as marcas cinzentas que temo serem indeléveis enquanto às mesma tiver carinho. São elas que me acorrentam, me impedem de cair, me aprisionam e me indicam a direcção.

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