Creio que no meio de tanto rodopio causado por tentar ver e pensar em dois pi talvez me tenha esquecido de mim. E afinal sou eu que me tenho de suportar a mim mesmo, esteja sujeito a cargas próprias ou cargas aplicadas pelo demais. Talvez precise de parar, escutar e olhar… para mim… por mim…
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
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Deixei toda a minha poesia no escarpado solo que me acolheu entre a penumbra. E toda a iluminação que espontânea e raivosamente de mim evaporou deixa-me agora ver ao espelho todas as marcas cinzentas que temo serem indeléveis enquanto às mesma tiver carinho. São elas que me acorrentam, me impedem de cair, me aprisionam e me indicam a direcção.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Não consigo...
Não consigo estar bem...
Não peço sequer para estar feliz. Apenas queria sentir-me em paz...
Não consigo descobrir o que quero que saia de mim ou o que quero que entre. Não consigo sequer descarregar tudo aquilo que me queima por dentro. Não consigo nada mais que estar só em busca de uma tranquilidade que não vem, que não encontro, afogado por uma incapacidade de me levantar, de lutar cada vez mais só com algo que não detecto. Estou cansado de mim... E não aguento os demais...
Sei apenas que te queria falar e é o mais próximo que consigo, porque não sei... e não consigo... tudo o resto
Não peço sequer para estar feliz. Apenas queria sentir-me em paz...
Não consigo descobrir o que quero que saia de mim ou o que quero que entre. Não consigo sequer descarregar tudo aquilo que me queima por dentro. Não consigo nada mais que estar só em busca de uma tranquilidade que não vem, que não encontro, afogado por uma incapacidade de me levantar, de lutar cada vez mais só com algo que não detecto. Estou cansado de mim... E não aguento os demais...
Sei apenas que te queria falar e é o mais próximo que consigo, porque não sei... e não consigo... tudo o resto
sexta-feira, 18 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Café solo
Hoje talvez tenha encontrado o significado do que é um "café solo para mim"... O nosso tipico cimbalino que retrata como por vezes se sente alguém rodeado de milhares... É também um testemunho da discreta e dificil complexidade que é reger-se apenas pelos seus próprios paradigmas, suportando com isso o consequente desajuste................. Estou instável, sou instável e tenho de cuidar de mim antes que a instabilidade estabilize!
sábado, 22 de maio de 2010
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